FÊNIX METROPOLITANO
Diante de tantos absurdos existenciais
Diante de tantas piadas dos Deuses
Diante de tantas armadilhas do destino
Diante de tantos pensamentos lisérgicos
Diante de tantos desejos utópicos
Diante de tantas realidades possíveis
Diante de tantas emoções efêmeras
Diante de tantos instantes eternos
Diante de tantos devaneios coletivos
Diante de tanta poesia confusa
... fora de mim me vejo
Imerso num furacão
Perdido no caos
Procurando o céu
Procurando o ar
Renascendo lentamente
Emergindo poeticamente
Da cinzas urbanas
Rumo a um paraíso psíquico
De vidas possíveis
André de Moraes --- 13/07/2004
domingo, 5 de outubro de 2008
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